Limpeza técnica garante mais segurança em hospitais
18/02/10

A adoção de processos e procedimentos específicos para ambientes hospitalares reduzem os índices de contaminação; racionalizam o uso de produtos e conferem mais eficiência e eficácia nos serviços.

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Pacientes com as mais variadas doenças, sirenes de ambulância, macas sendo carregadas pelos corredores e funcionários que circulam do pronto socorro para o centro cirúrgico e pelas áreas de internação são imagens comuns nos hospitais de Santa Catarina. Garantir que todos os ambientes permaneçam higienizados e esterilizados é uma tarefa que exige técnica profissional e conhecimento avançado sobre produtos e equipamentos que devem ser aplicados na limpeza hospitalar.

O maior consultor em limpeza técnica do Brasil, Osmar Viviani, em parceria com o Grupo Back, tem realizado um trabalho junto aos colaboradores terceirizados por estabelecimentos de saúde do estado para treinar todos os envolvidos na limpeza e assegurar um alto grau de qualidade no serviço prestado.

A consultoria iniciou em abril de 2009, quando todos os funcionários de limpeza do Grupo Back – principal prestadora de serviços do estado - participaram de treinamentos teóricos. Durante o restante do ano, Osmar Viviani realizou capacitação em loco, acompanhando procedimentos práticos em todos os setores hospitalares e ensinando métodos de limpeza técnica.

“Como resultado obtivemos um excelente índice de evolução; conseguimos reduzir significativamente o consumo de produtos - aplicando a diluição correta dos concentrados - e abolimos de vez o sistema de limpeza doméstica nos ambientes hospitalares, adotando acessórios e equipamentos profissionais adequados para cada atividade”, explica o consultor.

Viviani explica que a missão da limpeza técnica em um hospital é promover a preservação da saúde e monitorar o controle de infecção. Por isso, o trabalho precisa estar alinhado com as regras estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e adequada aos padrões estipulados pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) de cada unidade de saúde.

O consultor destaca que, apesar de todos os cuidados por parte dos colaboradores, é fundamental lembrar que a maior parcela de contaminação em hospitais se dá pelas mãos das pessoas. A prevenção, segundo ele, pode ser realizada de maneira bastante útil pela lavagem com água e sabão seguida pela assepsia com álcool.

“Para evitar a disseminação de bactérias, é importante aprimorar os métodos de desinfecção, tanto das superfícies quanto das mãos de médicos, equipes de enfermagem e de higienização”, explica. Ele ressalta que nesse processo é importante conhecer o tempo de sobrevivência dos microorganismos, pois existem alguns tipos de esporos que podem sobreviver por muito tempo em superfícies mal higienizadas e sujas.

A atenção deve ser redobrada com locais, artigos e objetos em que o paciente infectado tenha contato manual. “Pesquisas realizadas em quartos de pessoas internadas com diarréia, por exemplo, detectam índices elevados de microorganismos na cama (registrados em 100% dos casos), no telefone e no controle remoto da TV (75% de ocorrência)”. Essas porcentagens são maiores do que as encontradas no banheiro do paciente, que é de 65%”, revela o consultor.

Para evitar situações de contaminação, a prevenção é considerada o melhor remédio; sendo que os custos da profilaxia são inferiores ao do tratamento da infecção. Viviani esclarece que, para haver sucesso, é necessário que a técnica de higienização seja padronizada em todas as instituições de saúde e os profissionais de limpeza recebam treinamento constante e adequado, com entendimento dos métodos estabelecidos.

 

Por Sabrina Domingos - assessoria de imprensa Grupo Back


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